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SELMA (... A MARCHA DA LIBERDADE) versão para impressão
Quinta, 30 Abril 2015, 21:30 - 23:00 por  Este endereço de email está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email Visualizações : 1175

Biografia/Drama/História – Reino Unido/E.U.A. 2014 – M/12 – 128 min – V.O. inglês, legendada em português

realização: Ava DuVernay
argumento: Paul Webb
fotografia: Bradford Young
som: Willie D. Burton
actores: David Oyelowo (Matrin Luther King Jr.), Oprah Winfrey (Annie Lee Cooper), Tom Wilkinson (Lyndon B. Johnson), Carmer Ejogo (Coretta Scott King), Jim France (Gunnar Jahn), Tessa Thompson (Diane Nash)...


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O filme foca-se na campanha de Martin Luther King Jr., incidindo principalmente sobre a marcha de protesto pacífico que o activista dos direitos civis liderou a partir de Selma, no Alabama, até à capital do Estado, Montgomery, no ano de 1965. Com este movimento, King pretendia alcançar a igualdade de voto e responder, sem violência, à marginalização sistemática dos eleitores negros. A realizadora retrata-nos este período histórico com uma elegância e seriedade que não obstam a um sentimento constante de aversão visceral angustiante. Afinal de contas, passaram poucas décadas desde os chocantes acontecimentos relatados.

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O elenco, liderado por um magnífico David Oyelowo na pele de Dr. King, é excepcional. Contrariamente ao que se podia esperar num filme que proclama os feitos do activista e Nobel da Paz, Oyelowo não encarna o herói típico, esperado, caricatural, mas o homem real que foi Martin Luther King Jr., com a sua eloquência e inspiração superiores, mas também com as suas falhas. O actor britânico oferece-nos um desempenho poderoso, não se ficando pelos expectáveis tiques, como a cadência dos seus discursos ou os seus gestos teatrais, mas construindo um homem cheio de de dúvidas e de culpa. Isto tudo sem diminuir nem um pouco a sua grandeza. Saímos de SELMA profundamente inquietados pela sensação de que ainda nos falta percorrer um longo caminho para fazer justiça à história que nos foi contada...

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