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Duarante este mês e até dia 5 de Outubro estamos no Conventodo Carmo, Tavira.

quinta — 10/09/2020 — 21h

 

Drama – MX, US, DK, FR, SE, NO, DE, CH, 2018, 117 min.  M/14 – V.O. em Inglês e Espanhol – Legendas em Português

Realização e Argumento: Carlos Reygadas · Fotografia: Adrian Durazo, Diego García · Com: Natalia López, Phil Burgers, Carlos Reygadas

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Esther e Juan são proprietários de uma herdade situada no interior do México, onde se dedicam à criação de touros de lide. Enquanto ela faz a gestão do local, ele, um poeta de renome, cria e seleciona os animais. Apesar da relação aberta que o casal mantém por comum acordo, o seu casamento é ameaçado quando Esther se apaixona por Phil, um treinador de cavalos norte-americano recém-chegado à propriedade.

Uma história dramática com assinatura do aclamado realizador mexicano Carlos Reygadas (“Batalha no Céu”, “Luz silenciosa”, “Post Tenebras Lux”), que também protagoniza, ao lado de Natalia López, sua mulher, e de Phil Burgers. PÚBLICO

 

Festival de Veneza (2018) - Competição Oficial

Festival de Cinema de Havana (2018) - Prémio Melhor Direção, fotografia e FIPRESCI

sexta — 11/09/2020 — 21h

 

Drama – CA, 2019, 105 min. M/14 – V.O. em Inglês – Legendas em Português

Realização e Argumento: Atom Egoyan · Fotografia: Paul Sarossy · Com: David Thewlis, Luke Wilson, Laysla De Oliveira

 

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Estreado no festival de Veneza em 2019, este filme de Atom Egoyan, o realizador/argumentista canadiano nomeado para um Óscar gira à volta de um pai e uma filha que têm um passado bastante complicado. A filha, uma professora de música de liceu, foi falsamente acusada de abuso sexual e foi presa por isso, mas quer continuar encarcerada, contra as tentativas do pai a libertar. Com o britânico David Thewlis e a canadiana Laysla De Oliveira. PÚBLICO

 

Festival de Cinema de Veneza (2019) – Nomeado para Melhor Filme de Atom Egoyan

Festival Internacional de Cinema de Toronto (2019) – Nomeado para Melhor Longa-Metragem Canadense

sábado — 12/09/2020 — 21h

 

Crime, Drama – FR, 2019, 119 min. M/14 – V.O. em Francês – Legendas em Português

Realização: Arnaud Desplechin · Argumento: Mosco Boucault, Arnaud Desplechin, Léa Mysius · Fotografia: Irina Lubtchansky · Com: Roschdy Zem, Léa Seydoux, Sara Forestier

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Roschdy Zem conquistou o César de Melhor Actor pelo papel de um comissário de polícia com uma intuição apurada que sabe sempre quando um suspeito está ou não a mentir. É noite de Natal em Roubaix. Há altercações, carros incendiados e um jovem inspector que acaba de chegar e quer impressionar o chefe. Duas jovens mulheres são suspeitas na morte de uma idosa. Mas o caminho para chegar à luz e à verdade é sinuoso. 

 

 

Festival de Cinema de Cannes (2019) – Nomeado Palme d’Or 

Festival de Cinema de Cannes (2019) – Nomeado Queer Palm 

 

sexta — 18/09/2020 — 21h

Drama - FR, DE, 2019,104 min. M/12

Realização: André Téchiné

Argumento: Amer Alwan, Léa Mysius,  André Téchiné

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Depois de anos a viver na Argélia, a francesa Muriel regressou ao seu país para se dedicar à criação de cavalos. Quando Alex, o neto, a vem visitar antes de emigrar para o Canadá, ela não cabe em si de felicidade. Mas, com o passar dos dias, Muriel sente-o diferente. Acaba por descobrir que o rapaz se associou islamitas radicais e que planeia viajar em breve, não para o Canadá, mas para Istambul (Turquia), de modo a juntar-se a um grupo terrorista. Sem saber o que fazer para o impedir, Muriel fica dividida entre entregar o neto à polícia ou deixá-lo seguir o seu fatídico destino.

Com Catherine Deneuve, Kacey Mottet Klein, Oulaya Amamra e Stéphane Bak nos papéis principais, uma história dramática realizada por André Téchiné, também responsável pelos filmes "A Minha Estação Preferida", "Os Juncos Silvestres" e "Os Ladrões", entre muitos outros. PÚBLICO

sábado — 19/09/2020 — 21h

Drama - FR, MA, BE, 2019, 98 min. M/12

Realização e Argumento: Maryam Touzani

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Desde que o marido morreu, que Abla cuida sozinha de Warda, a filha de oito anos. As duas vivem modestamente em Casablanca (Marrocos), onde se dedicam à confecção de pão e bolos que vendem a partir de casa. Um dia, tocam à campainha. É Samia, uma jovem grávida desesperada por encontrar trabalho. Apesar de muito renitente, ao perceber que a rapariga está completamente entregue a si mesma, Abla deixa-a ficar por alguns dias. Aos poucos, a doçura de Samia vai conquistando o afecto de Abla e da pequena Warda, mudando as suas vidas para sempre. 

Estreado no Festival de Cinema de Cannes, um drama sobre a importância da amizade e da generosidade que marca a estreia em longa-metragem da marroquina Maryam Touzani que, para escrever o argumento, se inspirou numa situação real, vivida na sua infância. PÚBLICO

domingo — 20/09/2020 — 21h

Drama - FR, IT, 1963, 138 min. M/12

Realização: Federico Fellini, Ennio Flaiano, Tullio Pinelli, Bruno Rondi

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Guido Anselmi (Marcello Mastroianni) é um realizador que está a tentar ultrapassar uma crise de inspiração. Durante uma estadia numas termas, todos os seus fantasmas lhe aparecem, como que em sonhos, misturados com as pessoas reais que frequentam o local ou que o vêm visitar: familiares, actores, produtores e até críticos. Como não consegue encontrar soluções para o seu próximo filme, Guido mergulha nas recordações de infância e a sua imaginação divaga. E quando já se prepara para abandonar o projecto, todas as personagens lhe voltam a aparecer. Guido junta-as todas e dá a ordem de filmar. "8 ½" é um dos grandes clássicos de Fellini, e a personagem de Guido é, no fundo, um auto-retrato do próprio realizador à procura de novo ímpeto de criatividade. Realizado por Federico Fellini em 1963, recebeu dois Óscares: Melhor Filme Estrangeiro (Itália) e Melhor Guarda-roupa. PÚBLICO

sexta — 25/09/2020 — 21h

 

COM A PRESENÇA DA REALIZADORA E ANA MARCHAND

Documentário – PT, 2020, 64 min. M/14 – V.O. em Francês, Haitiano e Inglês 

Realização: Catarina Mourão · Argumento: Catarina Mourão, Ana Marchand · Fotografia: Catarina Mourão, Tiago Figueiredo · Com: Ana Marchand, Gaetano Damiano, Maria da Graça Carmona e Costa, Manuel Costa Cabral

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A pintora Ana Marchand sempre se sentiu um tanto deslocada na sua família. Donde lhe viria o amor pela arte e pela viagem? Em jovem viu um livro de viagens escrito pelo seu tio, Maurizio Piscicelli, e finalmente compreendeu. Catarina Mourão (Pelas SombrasA Toca do LoboO Mar Enrola na Areia) acompanha Ana na sua travessia familiar e espiritual. Quem foi Maurizio? Quem é Ana? O rosto de um, o do outro. A reencarnação são as várias vidas que vivemos.


Foi em pequenina que Ana viu, numa estante da sala, um livro escrito pelo seu tio, Maurizio. Era um livro que relatava a sua viagem pelo Congo, com fotografias que faziam sonhar. Logo depois perde-lhe o rasto, assim como à misteriosa presença daquele parente com quem viria a descobrir ter muito em comum. Já adulta, Ana procurará os traços da vida de Maurizio, como quem busca um pedaço de si mesma. Mourão acompanha essa viagem com o seu cinema, ele próprio também uma arte da viagem, muitas vezes física, outras interior e emocional, despoletado por fotografias e pedaços de memorabilia. Ana e Maurizio é um delicado circuito de olhares, uma viagem pelo palimpsesto e pela sobreimpressão entre tempos, gerações e imagens. Catarina observa Ana que, por sua vez, procura ver o que o tio viu na sua passagem por Benares, na Índia. Tudo muda e nada muda, vem-nos o vento do cinema de Rossellini, mas também do cruzamento de outras viagens de Catarina (Pelas Sombras; A Toca do Lobo). (Carlos Natálio)

 

Festival Internacional de Cinema IndieLisboa (2020) - Competição Nacional

sábado — 26/09/2020 — 21h

POEMADO AO VIVO POR ANTÓNIO POPPE

 

Drama – URSS, 1988, 73 min. M/14 – V.O. em Azerbaijão, Georgiano e Russo – Legendas em Inglês/ Poemado ao vivo por António Poppe

Realização: Sergei Parajanov, Dodo Abashidze · Argumento: Gia Badridze e Mikhail Lermontov · Fotografia: Albert Yavuryan · Com: Yuri Mgoyan, Sofiko Chiaureli, Ramaz Chkhikvadze

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Baseado numa história do autor russo Mikhail Lermontov, Ashik Kerib tem a textura de um antigo conto, contado e recontado antes de dormir. Kerib, pobre mas de bom coração, está apaixonado por Magul-Megeri, a formosa filha de um homem rico local. O sentimento é mútuo, mas o pai de Magul-Megeri preferia que a filha se casasse com Kurshudbek, um homem grosseiro mas rico. Ashik Kerib faz um acordo: viajará pelo mundo durante sete anos e ganhará suficiente riqueza para se tornar digno da mão de Magul-Megeri. Pela sua disposição frontal, a câmara apaga a profundidade. Consegue assim o efeito da pintura iconológica das miniaturas islâmicas, apresentando-nos as personagens como se fossem máscaras, muitas das quais podem ser vistas no museu dedicado a Parajanov em Yerevan, República da Arménia, onde também preservam todos os seus filmes, e conhecido como “A sombra dos antepassados esquecidos”. Godard dizia: “No tempo do cinema há imagens, luz e realidade. Parajanov é o principal guardião deste templo”. O filme sobre o bardo Kerib é um deleite para os sentidos, um encontro com o passado e a memória. Procura os ritos com um desfile de objectos sacros e profanos, inseridos na cultura do Azerbeijão, com um acompanhamento prodigioso pelo saz ou kopuz, instrumento musical cordofone.

1988: Prémios do Cinema Europeu: Melhor direcção de arte. 2 Nomeações    

 

 

Festival Internacional de Cinema de Istambul (1989) - Prémio Especial de Júri 

Prémios Nika (1990) – Melhor Filme

domingo — 27/09/2020 — 21h

Homenagem a Fellini

Último filme no Convento do Carmo 

Comédia, Drama e Fantasia – IT, FR, 1965, 137 min. M/6 – V.O. em Italiano, Francês, Espanhol e Inglês – Legendas em Português

Realização: Federico Fellini · Argumento: Federico Fellini, Tullio Pinelli, Ennio Flaiano e Brunello Rondi · Fotografia: Gianni Di Venanzo · Com: Giulietta Masina, Sandra Milo, Mario Pisu

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Oito anos depois de "As Noites de Cabíria", Fellini volta a dirigir a sua mulher, Giulietta Masina, nesta sua primeira longa-metragem a cores. E é precisamente o uso da cor um dos grandes trunfos do filme, que trata das frustrações sexuais de uma mulher de meia-idade da alta burguesia italiana. Texto: Cinemateca Portuguesa

Prémio do Círculo de Críticos de Cinema da Cidade Kansas (1966) - Prémio KCFCC – Melhor Diretor

Prémio São Jorge (1967) – Melhor Filme Estrangeiro

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