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A partir de Outubro estaremos nos (Sábados de manhã) nos CINEMAS NOS de Tavira.

Ver horas na programação de cada sessão.

sexta — 9/09/2022 — 21h
#Dieta Mediterrânica

Convento do Carmo (open air cinema)

Realização: Carla Simón

Argumento: Carla Simón, Arnau Vilaró

Fotografia : Daniela Cajías

Com: Jordi Pujol Dolcet, Xènia Roset, Albert Bosch, Anna Otin

 

Drama/ES/202/120 min

V.O Catalão, Espanhol, Inglês/Legendas em PT 

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Há já três gerações que a família Solé sobrevive do cultivo de pessegueiros na pequena cidade de Alcarràs (Catalunha, Espanha). As suas vidas, até aí pacatas, mudam quando recebem uma notificação do senhorio que lhes dá até ao final do Verão para abandonar a terra. O proprietário dos terrenos tenciona arrancar todas as árvores para que ali possa ser feita a instalação de painéis solares. Essa notícia vai abalar todos os elementos da família que, apesar de muito unidos, têm formas diferentes de abordar o futuro ou de encontrar novas formas de sustento. Essa insegurança, vai dar origem a desavenças difíceis de gerir. 

Um drama sobre solidariedade e relações familiares realizado pela catalã Carla Simón – que, tal como no filme “Verão 1993”, se volta a inspirar na sua infância – segundo um argumento seu e de Arnau Vilaró. Vencedor do Urso de Ouro no Festival de Cinema de Berlim, “Alcarràs” conta com um grupo de actores não-profissionais provenientes da região onde decorreram as filmagens. Entre eles estão Jordi Pujol Dolcet, Anna Otin, Xènia Roset, Albert Bosch, Ainet Jounou ou Josep Abad. PÚBLICO

sexta — 23/09/2022 — 21h

Com a apresentação do projecto Palma e dos The Beekeepers sobre Arte e Paisagem 

 

Realização e Argumento: Luísa Homem

Fotografia: Luísa Homem


Documentário/PT/2019/119 min

V.O francês/Legendas em PT

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"Não há ciência, nem progresso no conhecimento, sem amor, sem paixão, sem identificação, mesmo quando se trata de um tema aparentemente desprovido de vida, como a evolução de uma vertente ou a génese de um aguaceiro. Pode-se, talvez, aplicar rotineiramente uma técnica com pura objectividade, não se pode com certeza, descobrir algo de novo sem que o investigador se implique por completo no tema que tenta elucidar.”

SUZANNE DAVEAU traça o esboço de uma mulher aventureira que atravessa o século XX, até aos dias de hoje, guiada pela paixão da investigação geográfica. O filme circula entre os inúmeros espaços-mundo percorridos pela geógrafa e os reservados espaços-casa que acolheram a sua vida privada.

sábado — 15/10/2022

Atenção: Devido algumas limitações no uso da sala, e dado que o filme tem 147 minutos, a sessão começará as 10h30.

Horas: 10h30

Lugar: Cinemas NOS de Tavira

Realização e Argumento: Ruben Östlund

Fotografia : Fredrik Wenzel

Com : Charlbi Dean, Jiannis Moustos, Harris Dickinson 

Comédia dramática/SE/DE/FR/DK/147 min

V.O Inglês /Legendas em PT 

 

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Carl e Yaya são modelos e influenciadores digitais. Quando são convidados para fazer uma viagem num cruzeiro de luxo, veem-se misturados com gente rica e extravagante. Entre os companheiros de viagem está um oligarca russo, um traficante de armas inglês e o capitão da embarcação, comunista e alcoólico. O cenário é ideal para publicações nas redes sociais e eles aproveitam cada oportunidade para exibir o requinte daquelas férias. Mas tudo se complica quando uma grande tempestade faz o barco afundar-se, arrastando os poucos sobreviventes para uma ilha deserta. E quando se dão conta de que a única pessoa que se sabe desenvencilhar naquele lugar inóspito é uma empregada da limpeza, a hierarquia do grupo inverte-se.

Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes, “Triângulo da Tristeza” é uma comédia dramática da autoria do sueco Ruben Östlund  – o celebrado autor de “Força Maior (2014) e “O Quadrado” (2017), nomeado para o Óscar de Melhor Filme Internacional e vencedor da Palma de Ouro. PÚBLICO

sábado — 29/10/2022

Cinemas NOS de Tavira

 

Realização e Argumento: Panah Panahi

Fotografia: Amin Jafari

Comédia/IR/94 min

V.O Farsi /Legendas em PT 

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Estreia na realização do iraniano Panah Panahi – filho de Jafar Panahi, com quem costuma trabalhar –, esta comédia dramática acompanha uma família numa viagem de carro por terrenos pouco convidativos. São os pais, os dois filhos e um cão que está doente, e as tensões dentro do carro vão sempre vindo ao de cima. Com Hassan Madjooni, Pantea Panahiha, Rayan Sarlak e Amin Simiar. PÚBLICO

 

Festival de Cannes - Quinzena dos Realizadores

Festival de Nova Iorque

Festival de Londres – Melhor Filme

Bafici – Melhor Filme

sábado — 5/11/2022

às 11h nos Cinemas Nos de Tavira

 

Realização e Argumento: Cristèle Alves Meira

Fotografia: Rui Poças

Drama/PT,BE,FR/2022/85 min

V.O Português

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Desde sempre que a pequena Salomé, filha de emigrantes portugueses em França, passa as férias de Verão na aldeia da sua família, em Trás-os-Montes. Ela e a avó, tida como bruxa pelos outros habitantes da aldeia, têm uma ligação muito próxima. Mas quando a velha senhora morre subitamente ao seu lado, a menina começa a sentir o espírito dela dentro de si e quase mata uma das vizinhas, que julga ser responsável pela sua morte.

Produzido pela Midas Filmes em co-produção com França e Bélgica, e estreado na Semana da Crítica, do Festival de Cinema de Cannes, “Alma Viva” marca a estreia em realização de longa-metragem da luso-descendente Cristèle Alves Meira – já conhecida pelas curtas “Campo de Víboras” (2016) e “Invisível Herói” (2019), ambas estreadas em Cannes. A história, apesar de ficcional, contém diversos elementos biográficos e tenta fazer um retrato da cultura transmontana através dos olhos de uma criança. Filmado, durante o Verão de 2021, em Junqueira, no concelho de Vimioso (de onde é originária parte da família de Cristèle), este drama conta com as actuações de Ana Padrão, Lua Michel (filha da realizadora), Pedro Lacerda, Valdemar Santos e vários actores não profissionais, residentes na localidade. PÚBLICO

sábado — 5/11/2022

às 11h no Cinemas NOS

 

Realização e Argumento: Lucrecia Martel

Documentário/AR/2021/37 min

V.O Espanhol/Legendado em Português

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Durante o confinamento de 2020, Lucrecia Martel volta para a sua terra natal, em Salta, uma região conservadora da Argentina. Lá, acompanha Julieta Laso, que, como uma musa, a introduz a um grupo de mulheres artistas que desafiam a opinião dos outros em volta das fogueiras. Neste documentário, Martel aprofunda a voz sedutora de Julieta. O “eu” da protagonista abre-se para o encontro de vozes e corpos destoantes que a câmara nunca se cansa de acompanhar. O resultado é uma homenagem a uma comunidade que, apesar de temporária, serve como antídoto para a pandemia. Texto: Doclisboa

sábado — 12/11/2022

Às 11h nos Cinemas NOS

*** Festa Alvaro de Campos

 

Realização e Argumento: João Botelho

Fotografia: João Ribeiro

Drama/PT/2020/

V.O Português

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Depois de 16 anos a viver no Brasil, Ricardo Reis chega a Lisboa, debaixo de chuvas torrenciais, no dia 29 de Dezembro de 1935. Instalado no Hotel Bragança, na Rua do Alecrim, assiste ao desenrolar de um tempo particularmente sombrio na Europa, marcado pelos horrores do fascismo de Mussolini, pelos ideais nazis de Hitler, pela terrível Guerra Civil espanhola e, em Portugal, pelo autoritarismo salazarista do Estado Novo. Depois de uma visita à sepultura de Fernando Pessoa (Reis é, na realidade, uma personagem surgida da heteronímia de Pessoa), o fantasma do poeta faz uma série de aparições no quarto de Reis onde, durante meses, ambos se perdem em reflexões sobre a vida, o país e o mundo.</div><div>Escrito em 1984, por José Saramago, prémio Nobel da literatura em 1998, “O Ano da Morte de Ricardo Reis” é agora adaptado ao cinema por João Botelho ("A Corte do Norte", "Filme do Desassossego", "Os Maias" ou “Peregrinação”). Com o brasileiro Chico Díaz a encarnar Ricardo Reis e Luís Lima Barreto a assumir o papel de Fernando Pessoa, o elenco conta também com a participação de Catarina Wallenstein, Rui Morisson, Victoria Guerra, Marcello Urgeghe e Hugo Mestre Amaro. PÚBLICO

sábado — 19/11/2022

 

Realização e Argumento: François Ozon

Fotografia: Manuel Dacosse

Animação,Drama/FR,BE/2022/85 min

V.O Francês/Legendado em Português

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Peter Von Kant (Denis Ménochet) é um realizador famoso que vive com Karl (Stéfan Crépon), seu assistente, que não se coíbe de maltratar. Um dia, Sidonie (Isabelle Adjani), uma actriz sua amiga, apresenta-lhe o belo Amir (Khalil Gharbia), um rapaz de origens humildes por quem depressa Peter se encanta e a quem convida para se mudar para sua casa. Perdido de amores, o realizador usa o seu prestígio e influência para lançar a carreira de Amir. Mas ele afasta-se do seu mentor assim que ele se torna célebre, deixando-o despedaçado. 

Escrito e dirigido pelo francês François Ozon – o aclamado realizador de "Sob a Areia", “8 Mulheres”,  "Swimming Pool", "O Tempo Que Resta", "Dentro de Casa", “O Amante Duplo” ou “Verão de 85” –, este drama é uma adaptação livre da obra "As Lágrimas Amargas de Petra von Kant" (1972), de Rainer Werner Fassbinder. A título de curiosidade, Hanna Schygulla, a actriz que dá vida a Rosemarie von Kant, mãe do protagonista neste filme, desempenhou a personagem Karin Thimm, amante de Petra, no filme de Fassbinder. PÚBLICO

terça — 22/11/2022

às18 na Biblioteca Muncipal de Faro - António Ramos Rosa

 

Realização e Argumento: Giuseppe Tornatore

Fotografia: Blasco Giurato

Comédia Dramática/IT/155 min

V.O Italiano /Legendas em PT

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Salvatore Di Vitta, um reconhecido cineasta italiano, recebe um telefonema inesperado da sua mãe na Sicília, onde nasceu e cresceu, que lhe dá a conhecer a morte de Alfredo, o projeccionista local que deixava Totó - o diminutivo por qual Salvatore era conhecido - ver todos os filmes que passavam pelo Cinema Paraíso. De alguma forma, Alfredo ocupou o papel de pai de Totó, desaparecido durante a II Guerra, e ofereceu-lhe um mundo de magia que era o seu acolhedor refúgio naqueles dias e que, mais tarde, viria a ser o seu próprio mundo. Agora, Totó tem de voltar à sua terra natal para enterrar o homem que determinou a sua vida e receber o seu último legado. "Cinema Paraíso", de Giuseppe Tornatore, é um dos bastiões do cinema italiano: conquistou em Cannes o Prémio Especial do Júri e a Academia de Hollywood escolheu-o como o melhor filme de língua estrangeira. Um filme nostálgico que encerra uma emotiva homenagem à Sétima Arte. PÚBLICO

 

Festival de Cannes - Grande Prémio do Júri

Óscar de Melhor Filme Estrangeiro

Globo de Ouro Melhor Filme Estrangeiro

sábado — 26/11/2022

As 11h nos Cinemas NOS

 

Realização e Argumento: Rainer Fassbinder

Fotografia: Michael Ballhaus

Drama/DE/1972/124 min

V.O alemão/Legendas em Português

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Um exercício transparente sobre a dinâmica do poder e da submissão de Rainer Werner Fassbinder que constitui uma das tentativas mais bem-sucedidas de apresentar uma peça de teatro, também da sua autoria, no cinema. Em "As Lágrimas Amargas de Petra von Kant" o autor e realizador faz um estudo sobre a maneira como as relações humanas se constroem e o poder que geram no universo feminino. A história gira em torno de Petra von Kant (Margit Carstensen), uma estilista que vive fechada no seu apartamento com a sua assistente Marlene (Irm Hermann). Debruçada sobre as suas criações e sobre as suas memórias, Petra vive isolada no seu mundo. Karin Thimm (Hanna Schygulla) é o elemento que falta para a relação claustrofóbica que se vai desenvolver entre as três mulheres. Karin é apresentada por uma amiga a Petra, que se deixa imediatamente fascinar por ela. As duas vão manter uma relação amorosa, que não vai durar muito tempo. PÚBLICO

sábado — 3/12/2022

Às 11h, Cinemas NOS de Tavira

 

Realização e Argumento: Ana Sofia Fonseca

Documentário, Biografia/PT/2022/94 min

V.O português, crioulo/Legendado em português

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Com assinatura de Ana Sofia Fonseca (“Setembro a Vida Inteira”), que se apoia em imagens de arquivo, algumas inéditas, este é um documentário sobre Cesária Évora, a cantora cabo-verdiana que ficou conhecida como “rainha da morna”. Nascida em 1941, no seio de uma família de músicos da cidade de Mindelo (ilha de S. Vicente), começa a cantar, ainda jovem, em bares e em hotéis, encantando o público que a ouve. Com a independência de Cabo Verde (em 1975), depois de um período difícil que a leva à depressão e ao alcoolismo, deixa de cantar durante vários anos. Em 1985, a convite do cantor Bana, proprietário de um restaurante e de uma discoteca em Portugal, acaba por gravar o disco “Cesária” (1987), que passa despercebido. Mais tarde, segue até Paris, motivada pelo empresário francês José da Silva, e é lá que vê reconhecido o seu trabalho. Em 1988, grava “La diva aux pied nus” (que lhe deu o cognome de “diva dos pés descalços”) e, em 1992, o álbum “Miss Perfumado” – onde está incluída a famosa "Sodade", composta por Amândio Cabral –, que a transforma num ícone da “world music”. Com “Voz d’Amor”, editado em 2003, Cesária arrecada o Grammy de Melhor Álbum de World Music Contemporânea. A 23 de Setembro de 2011, comunica a necessidade de abandonar a carreira por conselho médico. Nesse mesmo dia, é internada no hospital de Pitie-Salpetriere (Paris), por ter sofrido mais um AVC. Morre no dia 17 de Dezembro do mesmo ano na sua terra natal, devido a uma insuficiência cardiorespiratória, aos 70 anos. PÚBLICO

terça — 6/12/2022

às 18h, Biblioteca Municipal de Faro

Realização: Federico Fellini

Argumento: Federico Fellini, Bernardino Zapponi

Fotografia: Giuseppe Rotunno

Com: Peter Gonzalez, Ana Magnani

 

Comedia, Drama /IT/128 min

V.O italiano/Legendas em PT 

 

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"Roma" é um dos filmes mais autobiográficos de Fellini e, segundo as próprias palavras do realizador italiano, é "o retrato de uma cidade". Fellini ficciona a sua chegada a Roma, em 1936, época em que Mussolini comandava os destinos de Itália. Salta depois para os anos 70 e empreende um percurso pelas ruas da capital italiana, filmando a Roma dos monumentos espectaculares e a Roma de todos os dias, o belo e o decrépito. Através do seu olhar, Roma deixa de ser um postal turístico para se transformar numa metrópole viva, onde cidadãos anónimos - e os habituais personagens do universo feliniano - se cruzam com figuras célebres como Marcello Mastroianni, Anna Magnani, Gore Vidal e o próprio Fellini. PUBLICO

 

Prémios Bafta - Melhor direção artística

Globos de Ouro - Melhor filme estrangeiro

 

quarta — 7/12/2022 — 21h

O encenador Rogério de Carvalho, em conversa com Débora Pinho Mateus, falará sobre a sua mais recente peça “O medo devora a alma”,  inspirada no filme “ O medo come a alma”, de R.W. Fassbinder.

 

Lugar : AP Maria Nova Lounge Hotel 

Convite: Cockel para público do filme

 

Realização e Argumento: Rainer Werner Fassbinder

Fotografia: Jürgen Jürges

Com: Barbara Valentin, Irm Hermann, Brigitte Mira, El Hedi ben Salem

Drama/DE/92 min

V.O alemão /Legendas em PT 

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O único filme de Fassbinder directamente decalcado da obra de Sirk, mais exactamente de "All that Heaven Allows", que Fassbinder transpõe para a Alemanha de começos dos anos 70, radicalizando a diferença de idade entre os dois amantes pelas diferenças culturais e raciais. Mas Fassbinder, evidentemente, não se limitou a transpor a história do filme de Sirk para a Alemanha do seu tempo: “não se é forçado a refazer alguma coisa simplesmente porque ela nos pareceu bela. É preciso tentar contar uma história pessoal, apoiando-se na impressão causada pelo filme”. Cinemateca Portuguesa

 

Festival de Cannes - Nomeado para a Palma de Ouro, Prémio FIPRESCI, Prémio do Júri Ecuménico.

Festival de Chicago - Melhor Filme

sábado — 10/12/2022

às 11, Cinemas NOS de Tavira

Realização: Jacques Audiard 

Argumento: Céline Sciamma, Çéa Mysius, Jacques Audiard

Fotografia: Paul Guillaume

Com: Lucie Zhang, Makita Samba, Noémie Merlant

 

Comedia, Drama, Romance/FR/2021/105 min

V.O Francês, Inglês, Mandarim/Legendas em PT 

 

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Emilie (Lucie Zhang) vive num apartamento em Les Olympiades, situado na periferia de Paris. Quando percebe que o ordenado não chega para pagar as contas, decide pôr um anúncio para arrendar um quarto. É assim que conhece Camille (Makita Samba), um jovem professor a terminar um doutoramento, com quem se envolve romanticamente.


 

Festival de Cannes - Nomeado Palma de Ouro

Festival de Chicago

Prémios César - Melhor argumento, Melhor banda sonora, Melhor fotografia 

Festival de Hamburgo - Melhor Filme

terça — 13/12/2022

às 18h, Biblioteca Municipal de Faro

Realização: Yorgos Lanthimos 

Argumento: Efthymis Filippou, Yorgos Lanthimos

Fotografia: Thimios Bakatakis

Com: Anna Kalaitzidou, Aggeliki Papoulia, May Tsoni

 

Suspense, Drama/GR/2009/97 min

V.O grego/Legendas em PT 

 

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Num tempo e num espaço por definir, um pai (Christos Stergioglou), uma mãe (Michele Valley) e três filhos adolescentes - um rapaz e duas raparigas (Aggeliki Papoulia, Mary Tsoni e Hristos Passalis) - vivem numa casa cercada por uma vedação. Nenhum dos filhos atravessou alguma vez aquele espaço e todo o conhecimento que têm da vida foi-lhes transmitido pelos pais, que empregam todo o tipo de embustes para suavizar o que ambos consideram ser prejudicial para a sua educação. O pai, trabalhador, é o único a sair da clausura e é quem compra tudo o que é necessário para uma vida "normal". Para acalmar os ímpetos sexuais do filho mais velho, o pai traz Cristina (Anna Kalaitzidou) a conhecer a família. Mas um dia ela quebra as regras e mostra a uma das raparigas algo que ela nunca deveria chegar a conhecer…

Nomeado para o Óscar na categoria de melhor filme estrangeiro, vencedor do prémio Un Certain Regard no festival de Cannes e do Grande Prémio do Estoril Film Festival em 2009, uma história inquietante, sobre a alienação e controlo em nome do amor, realizada pelo grego Yorgos Lanthimos. PÚBLICO


 

Festival de Cannes - Melhor filme Un Certain Regard

Prémios da Academia Oscars - Nomeado Melhor filme estrangeiro

sábado — 17/12/2022

às 11, Cinemas NOS

 

Realização: Cláudia Varejão

Argumento: Leda Cartum, Cláudia Varejão

Fotografia: Rui Xavier

Com: Ana Cabral, Ruben Pimenta, Cristiana Branquinho

 

Drama/PT, FR/202/115 min

V.O Português

 

 

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Ana nasceu em São Miguel, uma ilha no meio do Oceano Atlântico marcada pela religão e tradições. É a filha do meio de três irmãos. Vivem com a mãe e com a avó. Ana percebeu cedo que as raparigas têm tarefas distintas das dos rapazes. Através da sua amizade com Luís, o seu melhor amigo que gosta tanto de vestidos como de calças, Ana questiona o mundo que lhe foi prometido. Quando a sua amiga Cloé chega do Canadá, trazendo consigo os dias brilhantes da juventude, Ana embarca numa viagem que a levará a atravessar a linha do seu horizonte. Repleta de desejo e liberdade, a luz de Lobo e Cão revelará a Ana o mar certo para navegar. Lobo e Cão é uma ode encantada à comunidade queer da ilha onde o brilho crepuscular atravessa o imenso Oceano Atlântico.


Festival de Veneza - Melhor filme Giornate Degli Autori 

Festival Internacional de Cine de Valdivia- Prémio Young Audience

Madrid Film Festival - Melhor realização, Menção especial do Júri