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Sat — 22/04/2023

às  10h nos Cinemas NOS de Tavira

Realização: Ryusuke Hamaguchi

Argumento: Ryusuke Hamaguchi, Oe Takamasa, com base no conto homónimo de Haruki Murakami

Fotografia: Hidetoshi Shinomiya

Com: Hidetoshi Nishijima, Tôko Miura, Reika Kirishima

 

Drama/JAP/2021/ 179 min

V.O Japonês/Legendas em PT 

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Yusuke Kafuku (Hidetoshi Nishijima), actor e encenador japonês, chega a Hiroshima para pôr em cena a peça “O Tio Vânia”, de Anton Tchekhov. Como motorista, é-lhe apresentada Misaki Watari (Toko Miura), uma jovem com quem rapidamente cria laços. Nas viagens a seu lado, Yusuke vai partilhando memórias do seu passado com Oto (Reika Kirishima), sua companheira de vida e de trabalho, falecida há algum tempo. 

Seleccionado para competição no Festival de Cinema de Cannes, onde recebeu o Prémio de melhor argumento, o Prémio FIPRESCI e o Prémio do Júri Ecuménico, este filme de Ryusuke Hamaguchi inspira-se no conto com o mesmo nome incluído na obra “Homens sem Mulheres”, escrita por Haruki Murakami. “Drive My Car” recebeu o Globo de Ouro na categoria de melhor filme estrangeiro e está nomeado para quatro Óscares: melhor filme e filme internacional (Japão), realização e argumento adaptado. PÚBLICO

Thu — 2/02/2023

Hotel AP Maria Nova de Tavira

Realização e argumento: Paolo Taviani

Fotografia: Roberto Perpignani

Com: Fabrizio Ferracane, Matteo Pittiruti, Dania Marino

 

Drama /IT/90 min

V.O italiano/Legendas em PT 

 

Festival Internacional de Berlim 2022 - Prémio FIPRESCI

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Antes de morrer, o Nobel da Literatura Luigi Pirandello tinha definido que não queria duas coisas: nem funeral nem homenagens. Mas acaba por ter três funerais. Este filme conta esta história, recorrendo a imagens do próprio dramaturgo entrecortadas com a ficção, após quase duas décadas após a sua morte, e do momento em que as suas cinzas são transferidas para a sua terra natal, conforme os desejos da família e do próprio. Mas esta transferência é marcada por vários acontecimentos surreais, alguns baseados nas obras do próprio escritor. Muitas das imagens são apresentadas a preto e branco também como uma forma de mostrar o luto que o país sentiu pelo seu autor. O filme acaba por ser também uma homenagem a Vittorio Taviani, irmão de Paolo, com quem colaborou em 28 filmes. (Leopardo filmes)